terça-feira

5 ) - OPINIÕES DA IMPRENSA - I - ( 1 a 12 ) ---

========(TÍTULOS de : ROBERTO CORREIA ) =============



1) -- DO TEJO GRANDIOSO AO ZAIRE PODEROSO"
4)--OS DESERDADOS DA EXEMPLAR DESCOLONIZAÇÃO...
5)-- "ANGOLA--DATAS E FACTOS"--(4º Volume )--
6)-- "ANGOLA -- Datas e Factos" -- (5º Volume) --
7)-- "ANGOLA -- DATAS E FACTOS" -- (5º VOLUME) -
8)-- MILITARES, POLÍTICOS E OUTROS MÁGICOS
9)-- HISTÓRIA DO PAÍS AFRICANO RELATADA DE FORMA POÉTICA POR ROBERTO CORREIA
10)-- LANÇAMENTO DA OBRA "DO ZAIRE PODEROSO AO CUNENE MISTERIOSO" -  - (POEMA ÉPICO) - VOL II
11)-- DO ZAIRE PODEROSO AO CUNENE MISTERIOSO
12)-- DO ZAIRE PODEROSO AO CUNENE MISTERIOSO -
13)-- ANGOLANO VERSEJA NA ZONA DE SOURE -
14)-- POEMA ÉPICO CONTA A HISTÓRIA DE ANGOLA -
15)-- "ANGOLA - DATAS E FACTOS" - 6º vOLUME -
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1)--"DO TEJO GRANDIOSO AO ZAIRE PODEROSO"


-- Segundo diz a velha sabedoria um homem só estará realizado quando tiver um filho, plantar uma árvore e escrever um livro.

Ter um filho é uma bênção da Natureza que a maioria consegue alcançar. Plantar uma árvore não o é mais difícil e é até um acto de amor pelo próximo na época em que vivemos. Quanto a escrever um livro(não apenas algumas páginas sem conteúdo) é, certamente,o mais difícil para aqueles que não nasceram com o dom de fazer das palavras arte.
Mas apesar de difícil, encontramos um homem que é realizado. Teve filhos,plantou árvores e escreveu um livro espectacular.

Realizado é certamente, o que até a sua aparência calma o demonstra.Mas,como todos os homens também tem um sonho, um sonho por sinal bem simples : ver o livro que o ajudou a sentir-se um verdadeiro homem, publicado.

O "nosso" homem é Roberto Correia, nascido em terras angolanas que aprendeu a conhecer e às quais dedica um amor profundo.Topo...

A PAIXÃO DA ESCRITA
Muito jovem ainda descobriu uma nova paixão: a de escrever.
Ainda estudante colaborou assiduamente com alguns jornais angolanos e, como é modesto e preferia o anonimato ao lugar de "estrela", assinava os seus trabalhos com o pseudónimo "Sourreia".

A paixão pelas letras era enorme e na década de cinquenta, quando ainda não vestira a farda militar, já tinha um livro publicado em Angola : "Assim Somos Todos".
Depois, quando tinha 19 anos de idade, entrou para a tropa. Foi destacado para o Quartel-General de Angola, onde havia uma valiosa biblioteca.
Amante da leitura, começou a dedicar todos os seus momentos livres para se deleitar com livros antigos de temática histórica.
Decidiu tirar apontamentos do que ia aprendendo. Só que, intuitivamente, escrevia-os em verso, aproveitando os conhecimentos adquiridos nos tempos de estudante.

Lidos e relidos vários livros,as dezenas de poemas escritos em folhas de papel já usadas, foram guardadas quando terminou a vida militar.
Depois,esses mesmos papéis, fruto de dedicação e veia poética, foram guardados numa mala(mas não esquecidos !)pois a vida mudara e a família e o emprego deixavam pouco tempo livre.

Como milhares de portugueses, teve, um dia, que deixar para sempre a terra que o vira nascer e refazer a vida. Topo...

  REFAZER A VIDA
Já em Portugal, e com as dificuldades que a todos se depararam, teve que esperar alguns meses até voltar a ter oportunidade de trabalhar. Mas, ficar parado não é hábito de Roberto Correia. E, com algum tempo livre, o melhor era voltar a pegar naquelas folhas amarelas, trazidas com carinho.

Foi nessa altura que começou a organizar a obra e a dactilografá-la. Entretanto, foi colocado na Repartição(Direcção)de Finanças de Coimbra e organizar novamente a vida não deixou tempo para outras actividades.
Os anos foram passando e na mala continuava um sonho. Depois aposentou-se e decidiu logo no primeiro momento concluir o seu trabalho.
Uma correcção aqui, uma correcção ali e a obra ia tomando forma. Hoje está concluída e chama-se "Do Tejo Grandioso ao Zaire Poderoso".

Obra magnífica, de educativa leitura, retrata um pouco da História de Portugal, das primeiras viagens marítimas ao fim dos verdadeiros reis do Congo, no século XVII.
Toda a história dos gloriosos Descobrimentos, da chegada a Angola, do comércio de escravos e até da "rainha" Jinga, é "cantada" em verso, em sete cantos com cerca de 700 estâncias.
O livro inclui várias a notações do autor que ajudam a melhor compreender cada estância, bem como uma cronologia de parte da História Portuguesa.

Escrito "à moda" de Camões, sem no entanto pretender plagiar nem tão-pouco continuar, "Do Tejo Grandioso ao Zaire Poderoso" é digno de ser lido por todos os que gostam de se cultivar, e poderá ser um instrumento valoroso aos que se sentam nos bancos do liceu e da universidade.

Roberto Correia é um homem simples e modesto. Sabe, no entanto, o valor da sua obra. Não quer lucros com ela. Não tentou ainda publicar pois isso é "impossível financeiramente para os desconhecidos".
No entanto, Roberto Correia mantém um sonho, um lindo sonho : ver o trabalho de uma vida nas prateleiras das livrarias.


---- -- (6) -- "UM LIVRO UMA VIDA --- Se há bons livros Roberto Correia tem um,escrito com carinho e  com muito para ensinar"... --


(...) "Obra magnífica,de educativa leitura,retrata um pouco da História de Portugal,das primeiras viagens marítimas ao fim dos verdadeiros reis do Congo,no século XVII.Toda a história dos gloriosos Descobrimentos,da chegada a Angola,do comércio de escravos e até da "rainha" Jinga, é contada em   versos,em sete cantos com cerca de 700 estâncias.
O livro inclui anotações do autor que ajudam a melhor compreender cada estância,bem como uma cronologia da parte da História Portuguesa" (...)
"(...) "Do Tejo Grandioso ao Zaire Poderoso é digno de ser lido por todos que gostam de se cultivar" (...)
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  ------- De : Anabela de Freitas, em "DIA DOMINGO" -------

         ---------- Suplemento do "Jornal de O DIA", de 4 de Março de 1990- pgs. 6 --------------

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------ (*) ----   Ver no final desta secção as transcrições parciais do meu "panfleto" divulgado nesta oportunidade ---
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2) -------- "PESSOAS..." -------- Topo...

- Natural de Angola e a residir actualmente em Soure(Coimbra), Roberto Correia vai publicar um livro intitulado "Do Tejo Grandioso ao Zaire Poderoso". Trata-se, segundo nos explicou, de um livro que fala dos Descobrimentos Portugueses, desde o seu princípio até à descoberta de Angola.Este primeiro volume abrange o período decorrido desde o início dos Descobrimentos até meados do século XVII, "quando se verificaram vários acontecimentos que motivaram grandes alterações ao rumo da História de Angola". Toda a História dos Descobrimentos é cantada em verso por Roberto Correia. O livro inclui várias anotações do autor que ajudam a compreender melhor cada estância, bem como uma cronologia de parte da História Portuguesa. A parte do texto (poema épico) foi elaborada, na sua quase totalidade, em meados de 1953, por consultas e pesquisas efectuadas na Biblioteca do Quartel General de Angola, em Luanda, onde Roberto Correia prestou serviço militar.Esta obra é editada pelo próprio autor, cuja receita líquida reverterá segundo disse ao nosso Jornal, a favor da campanha de luta contra a fome em África. Roberto Correia faz votos para que consiga ter a obra editada no próximo dia 23,podendo assim colocá-la á disposição dos "Amigos do Huambo", que nesse mesmo dia realizam um convívio nas Caldas da Rainha.
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---- de: "DIÁRIO DE COIMBRA"-("SÁBADO") ----
---- em 9 de Junho de 1990 ----

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3) -- DOS DESCOBRIMENTOS À HISTÓRIA DE ANGOLA

Topo...

O livro, em segunda edição, fala dos descobrimentos portugueses desde o seu início até à descoberta de Angola. Este primeiro volume abrange o período decorrido entre o início dos Descobrimentos até meados do século XVII, "quando se verificaram vários acontecimentos que motivaram grandes alterações aos rumos da História de Angola".Todo este período é cantado em verso por Roberto Correia que faz, também, várias anotações que ajudam a compreender melhor cada estância, bem como uma cronologia de parte da História Portuguesa.

O poema épico, de 300 páginas, foi elaborado, na sua quase totalidade, em meados de 1953, por consultas e pesquisas efectuadas na Biblioteca do Quartel General de Angola, em Luanda,onde Roberto Correia prestou serviço militar. Toda a História dos Descobrimentos, da chegada a Angola, do comércio de escravos e até da "rainha" Jinga, é cantada em verso, em sete cantos.
À semelhança da primeira edição, também esta é suportada unicamente pelo autor. E, mais uma vez, a receita líquida irá reverter a favor da campanha de luta contra a fome em África, sendo entregue a uma das várias instituições criadas para o efeito.
A obra foi apresentada no Encontro dos Amigos do Huambo, que decorreu no passado fim de semana no Parque Municipal das Caldas da Rainha, local onde decorrerá, também, a 9 e 10 de Julho, o Encontro dos Inseparáveis do Lubango".
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----- De : "DIÁRIO AS BEIRAS" -- em 02/07/1994 -----
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                  ------ 4)-- OS DESERDADOS DA "EXEMPLAR DESCOLONIZAÇÃO" --
Topo...


-- "Roberto Correia, um dos "beneficiários da "exemplar descolonização", deu à estampa o 4º volume de "Angola - datas e factos", reportado às décadas de 10 a 50 do século findo. Coube-nos em particular a honra de o prefaciar. Fizémo-lo mais com o coração que com a pena.
Fizémo-lo com o coração e as raízes em África, olvidados da génese procriativa que remonta ao Porto, aos Pinto Coelho, família de que fora expoente Rodrigues de Freitas, e a Alcácer, onde radica a gesta de outro dos patronímicos, que no Além-Mar cumpriram o ciclo da expansão em África e no Brasil.
E o prefácio, na sua singeleza, espelha-se nas linhas subsequentes.
"os marcos históricos que se divisam nas páginas subsequentes constituem o cabouco fecundo de uma obra que vale pelo hercúleo esforço de uma exaustiva recolha que de forma eloquente exprime o carácter do seu autor.
De comum, em um percurso recheado de vicissitudes a que não é alheia a negra página da História de Portugal que de forma inglória a Nação escreveu em Angola, o havermos nascido na princesa do Namibe, singular gesto de uma plêiade de Homens e de Mulheres de fibra que na Tentativa Feliz, capitaneados por Bernardino José Freire de Figueiredo e Castro, aportaram à Angra do Negro no recuado ano de 1849.
De comum ainda, o percurso escolar cumprido no planalto da Huíla, no prestigiado Liceu Nacional Diogo Cão, de tamanhos pergaminhos. De comum,enfim, a persistência de quem cumpre dolorosa via crucis no Velho Continente, delido o Império,devastados os valores, coartados os horizontes.
Mas o rol que Roberto Correia ora dá à estampa, em reprodução fiel de outros tantos volumes já trazidos a lume, reflete o esforço histórico, tantas vezes miserabilista, de um traço não muito distante dos nossos tempos, imagem e reflexo de períodos avaros de uma nação decrépita, mergulhada em lutas intestinas, que foram o quadro vigoroso da primeira República, quando o esforço de colonização, de integração e de miscigenação tanto reclamariam da potência administrante.
Nem pode perder-se a perspectiva histórica que era a condicionante maior de uma colonização bem sucedida. O confronto com os dados que aqui e além o Autor nos oferece, num breve conspecto, sobre a África do Sul, não nos é favorável e enaltece as diferenças em detrimento da "apagada e vil tristeza" que de forma magoada o Vate cantou.
Mas o quadro cronológico esboçado é esmagador na sucessão dos eventos, na exigente preocupação que o Autor reflecte na enumeração de factos, tal como o exprime a linguagem neutra, fria, distante dos registos oficiais,do acervo de jornais com o timbre da administração.
Sem "passadismos",e por forma a que implacável juízo de censura se não abata sobre este precipitado prefaciante, signifique-se,na esteira,de resto, das concepções sufragadas pela Sociedade das Nações e pelas Nações Unidas (que se reergue sobre os destroços da primitiva sociedade), que os povos tanto tiveram o direito de colonizar como tinham o dever de descolonizar.
Recordava-o amiúde o saudoso administrativista Afonso Rodrigues Queiró e é, a esse propósito, justo evocá-lo neste passo.
As Nações, porém, não se regeneram por sobre a impreparação dos de sucessivas gerações que,braço às armas dado, sem perspectiva histórica, se distanciaram do destino do país e nem sequer souberam honrar o esforço supremo dos que tombaram no campo da honra e do dever para que o desfecho fosse distinto do que se ofereceu dolorosamente à comunidade dos povos.
Na singeleza dos dados que se espraiam neste registos fidedignos, há indómito esforço que o abjecto abandono colonial, crismado de "exemplar descolonização", vilipendiou.
"Este reino", obra que foi de soldados, não soube honrar a gesta de quem, nos claros escuros da história colonial, ofereceu o bem supremo ("dulce et decorum est pro patria mori"), a dávida maior, a vida, em suma, para que os destinos da África luso-falante fosse bem outro.
Na mísera e mesquinha perspectiva de quem perspectivas não tinha, o malbaratar de uma gesta civilizacional que, se alguém ainda ousar contestar, poderá, nos contrastes que ora se oferecem das lutas tribais, travestidas de lutas ideológicas ou de interesses à escala planetária, beneficiar de uma outra leitura.
Se se houvesse evoluído, em paz, para uma Comunidade, no respeito pela autonomia dos povos e pela independência das nações, Angola, nossa amada, conheceria decerto invejáveis níveis de progresso que, se partilhados, concorreriam para a felicidade dos homens,mulheres e crianças de todas as origens e condições.
Tristes pinceladas estas, na paleta da História, como preito de homenagem a quem, afora os interesses perseguidos pelas majestáticas que se se esgotavam nas suas posições de senhorio económico, tanto esmagaram tantos,soube empenhar-se para a recriação de espaços outros numa terra onde todos cabiam e cujas riquezas "chegavam e sobravam" para a vida digna que os angolanos ora não têm -- Que caibam, na homenagem, os que, vítimas da guerra fracticida que os persegue, quisemos honrar nos sentidos versos que esculpimos por ocasião de um aniversário mais do 11 de Novembro :


......."A ANGOLA, DESERTO DE VAZIOS, TERRA DE NINGUÉM...


Angola arde em novas febres- /E a esperança renovada / De uma pátria promissora / Esvai-se / Nos corpos que se amontoam / Varados pela metralha dos interesses / ou / Pela cega intransigência de um poder que corrompe, / Tritura /E condena às galés / O futuro / Mais que o passado /Escravo / Resgatado em terras de Cabral... / E aí, onde a reflexão se queda / Em diagnósticos / Que a ampulheta / Não recobre, / É de novo a Voz do Poeta / Que se ergue em esforço de prognose póstuma / Que a ninguém bafeja: // "Que mundos novos / Vos hei-de sugerir ? // Que outros caminhos / Vos hei-de indicar / Quando aperto / Na minha mão / A vossa mão pequenina ? / Se eu próprio não sei onde estou / Se eu próprio me espanto / E sofro / Com o meu exílio, afinal ? / Um dia hei-de contar-vos // Que para vós sonhei uma pátria / E nela pus o sol mais belo / E o mais belo jardim de rosas / Mas o sol escureceu / E as rosas / As rosas alguém as roubou " // Nos sóis de tom laranja / Que se punham na linha do horizonte / A côr plúmbea / Se lhes imprimiu / À manteiga / Que os campos verdes do planalto /Onde as manadas apascentavam, /Produziam, Sucederam-se de novo os canhões / E os filhos inocentes /Da terra martirizada / Regam o chão úbere / Da terra que era nossa / Por registo de cinco gerações / Do sangue de corpos exangues / Sobre cujas ossadas / Se não ergue a História // Da dor, da incontida dor / De rostos sem lágrimas / E corações ressequidos /Como os fios de água / Em anos de profunda seca / Não se desenha o presente / Nem se projecta o futuro... / E quando as armas se calarem / E do Kalahari nem sequer brotarem / As resistentes "welwitchia", / A sorte está ditada : // É que Angola se transformou / Pela cegueira dos homens / E a ambição das feras / Num imenso deserto. / E nem sequer, / Em convergência, /Os animais selvagens sobrantes / Puderam transformar a terra em coutada / Para exibirem, qual raridade, / Aos seres de outras galáxias, // Um punhado escasso de homens, / Espécie em vias de extinção... / Em tão inóspitas plagas ! // A // Ridente Angola / De onde irradiava / Vida / É soturno cemitério / Onde nem a morte se cultiva..." //
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Que o Autor nos conceda a honra de outros e tão frutuosos trabalhos. "As palavras tocantes que precedem ofertamo-las às vítimas dos desvarios, aos desenraizados de sempre que rememoram ano a ano o infortúnio que se abateu sobre as suas vidas,nos destroços nas naus da ignomínia.
Saúdo a sua dor e presto-lhes as minhas mais profundas homenagens."


DE : MÁRIO FROTA (PRESIDENTE DA APDC - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DIREITO DO CONSUMO) - em o "COMÉRCIO DO PORTO" -- OPINIÃO -- (6 DE AGOSTO DE 2001 ) ---

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--- (*) - ... Transcrições parciais do meu "panfleto" : "CONHEÇA MELHOR A HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES E A HISTÓRIA DE ANGOLA" :

......"NUM POEMA ÉPICO ATÉ AO SÉCULO XVII -- (1º volume) --,com 300 pgs. A/5 - (15 x 21 cms. - e incluindo 13 gravuras .
---- Publicado em 2ª edição do autor,revista e melhorada,com capa a cores,composto por 7 Cantos,no total de 700 estâncias,focando :

--- Os descobrimentos marítimos
--- A África milenária
--- Os Reinos mais antigos,seus Reis e Povos
--- As capitanias e todos os governos de Angola,desde Paulo Dias (1575) até 1676
--- As dioceses (S. Tomé,Congo e de Angola) e seus bispos)
--- A história da vida e morte da célebre Rainha Jinga (1580/1663)
--- As lendárias "serras de prata",a busca do ouro,ferro e cobre. As caravanas de milhares de                         carregadores e escravos,transportando os produtos do sertão para a permuta nos portos                         principais  por sal, enfeites,vinho e armas !
--- O Drama da escravatura (a captura,o tráfico e as viagens para as Américas.
--- Beatificação de S. Francisco Xavier
--- Os ataques dos holandeses,ingleses,franceses,etc. A tomada de Luanda(26-8-1641) e de Benguela         (21-12-1641) e a retirada para Massangano e Caconda,respectivamente.
--- A Restauração de Angola (15-8-1648) sob comando de Salvador Correia de Sá"...

....." SAIBA AINDA :

 I) - COMO SURGIRAM ESSES MAIS ANTIGOS REINOS,OS SEUS REIS E AS SUAS CORTES (CONGO - ANGOLA - BENGUELA - LOANGO - MATAMBA - DONGO) ---
II) -... E QUAIS FORAM OS SEUS DIVERSOS E DIFERENTES POVOS : (A) - Não Bantos (Vátuas e Khoisan -- (B) - Bantos : (Quicongos - Quibundos - Lunda - Quiocos - Umbundos - Ganguelas - Nhanecas - Humbe - Ambós - Hereros(Mucubais) - Xindondas(Mucussos) . --
III) - COMO SURGIRAM OS ANTIGOS PADRÕES PELA COSTA DE ANGOLA : (S. Jorge (1482) - (S. Agostinho(1483) - Cabo Negro (1485/6) --
IV) - ...E OS FORTES, FORTINS, FORTALEZAS E PRESÍDIOS : (Ambaca -- Benguela-a-Velha(Porto Amboim) -- Benguela-a-Nova (S. Filipe) -- Cambambe -- Calumbo -- Cassondama (S. Pedro da Barra) -- Corimba (S. Fernando) -- Massangano -- Muxima -- Pinda (no Zaire) -- Pundo Andongo -- Penedo (S. Filipe) -- S. Miguel (Morro de S. Paulo,em Luanda) -- S.Salvador (Congo) --  
V) - COMO NASCERAM AS MAIS ANTIGAS POVOAÇÕES,VILAS E CIDADES :
Ambuila -- Ambaca -- Ambasse -- Baía dos Tigres -- Benguela-a-Velha(Porto Amboim) -- Benguela-a-Nova (S. Filipe) -- Caconda -- Cambambe -- Loanda (S. Paulo) -- Lucala -- Muxima -- O´ íla   -- Pinda (no Zaire) -- Porto Alexandre (Angra das Aldeias) -- Quissama -- S. Salvador (Congo) --... e tantas outras...
VI) - COMO FORAM DESCOBERTOS,ALCANÇADOS,VENCIDOS E UTILIZADOS OS PRINCIPAIS RIOS :  Catumbela -- Cuanza -- Cunene -- Cuvo -- Dande -- Lomba -- Loge -- Lucala -- Zaire...
VII) - SAIBA TAMBÉM COMO SE PROCESSOU O AVANÇO PELO SERTÃO : - A DESCOBERTA,A OCUPAÇÃO E PACIFICAÇÃO EM BUSCA DE ESCRAVOS E DE NOVOS CAMINHOS PARA AS ÍNDIAS,APROVEITANDO E ESTUDANDO OS CURSOS DOS RIOS,LAGOS E LAGOAS OU SUBINDO SERRAS E VENCENDO MATAGAIS E DESERTOS (NAMIBE - com as suas miragens  de calor e sede ,sua fauna variada e flora inesperada ) -- (Veja as estâncias nºs 65 e 66 do Canto III, inclusive a maravilhosa "Welwitshia Mirabilis").
VIII) - COMO SE EFECTUARAM AS FANTÁSTICAS COMEMORAÇÕES DA BEATIFICAÇÃO DE S. FRANCISCO XAVIER,EM LUANDA, A PARTIR DE 27 DE SETEMBRO DE 1620 (Canto IV - estâncias nº 72 A 113)... E...  AS QUEIMADAS E AS NOITES DE LUAR,AMBAS INESQUECÍVEIS ! O RUFAR DOS TAMBORES,OS BATUQUES E O "CHORAR" DAS HIENAS !... UM ROSÁRIO FACTOS HISTÓRICOS,DESCRIÇÃO DE LUTAS,TRAIÇÕES E AMORES,VIDAS E MORTES,MAS TAMBÉM E SEMPRE,DE MARAVILHAS E RECORDAÇÕES QUE SERÃO COMPLETADAS EM PRÓXIMOS VOLUMES (JÁ EM PREPARAÇÃO...)

---- O TOTAL DA RECEITA LÍQUIDA REVERTERÁ A FAVOR DA CAMPANHA DE LUTA CONTRA A FOME EM ÁFRICA,OU DE ASSISTÊNCIA MÉDICA A ATRIBUIR A COMPETENTES ORGANISMOS.

--- O VALOR CORRESPONDENTE À RECEITA DA 1ª EDIÇÃO REVERTEU A FAVOR DA "FUNDAÇÃO DOM MOISÉS ALVES DE PINHO" --(CARNAXIDE) --por entrega directa a alguns dos seus responsáveis numa cerimónia oficial realizada em FÁTIMA e  na presença de diversos representantes (Setembro 1982),entre os quais : D. EURICO DIAS NOGUEIRA Arcebispo Primaz de Braga e membros da Comissão Organizadora  (Srs. JOSÉ MARIA GUILHERME / JOÃO MEIRA /GABRIEL LEMOS...  --
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--- (Foi efectuada semelhante oferta à AMI, conforme consta num ofício do seu Presidente (Dr. FERNANDO NOBRE) -- a transcrever oportunamente --) .......
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-------------   5) - "ANGOLA -- DATAS E FACTOS" -- ( 4º Volume )- Topo...

-- " Dando continuidade a uma obra de inquestionável interesse, Roberto Correia, nascido e criado no Sul de Angola, acaba de publicar o seu 4º volume, que abrange o período compreendido entre 1837 e 1912.
ANGOLA - Datas e Factos é um repositório invulgarmente conseguido da obra ali iniciada e deixada pela acção do português ao longo destes últimos séculos ".

................... ---- De : Jornal "O LOBITO" -- Agosto 2001 ----
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                                                  6) ------ ANGOLA - Datas e Factos ------

"Este nosso assinante acaba de editar o 5º volume de "ANGOLA - Datas e Factos", cujo lançamento está previsto para o próximo mês de Junho.
De interesse relevante para quem conhecer - ou recordar - datas e factos que fazem parte da história de Angola, esta obra deve integrar as estantes de quem, de qualquer maneira, tem o seu passado ligado àquela nação que, como colónia, era a jóia do Império que Portugal construiu ao longo de cinco séculos".
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-- Do Jornal "O LOBITO" - Nº 154 - de Junho de 202 - 2ª Fase --

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                                 7)-- "ANGOLA --DATAS E FACTOS" (5º VOLUME) ---

"Obra de inegável interesse por nele se registarem datas e factos que constituem "farrapos de viva viva" que polvilharam, os longos 500 anos da História de Angola, ROBERTO CORREIA, assinante e amigo do nosso jornal, acaba de publicar mais este volume -- o 5º -- desta colectânea que integra os marcos mais relevantes da colonização, no período que decorre entre o ano de 1482 e 1975"...

................................-- Do Jornal "O LOBITO" - Nº 156 - AGOSTO DE 202 - 2ª Fase --
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                       8)-- "MILITARES, POLÍTICOS E OUTROS MÁGICOS" (*) --


-- "Esta nota de leituras refere-se a numerosos livros sobre a guerra, nomeadamente a guerra colonial portuguesa - ( 1961 - 1974 ). Um número que poderia  ter sido muito maior se os editores que nos tivessem facultados todos os títulos pedidos. É que alguns parecem ter dificuldade em fornecê-los,ou consideram que os serviços de imprensa lhes saem demasiados caros,ou então trabalham com pessoal negligente. Em suma,não se trata,portanto,de uma selecção baseada em escolhas políticas ou simpatias pessoais do autor.Uma bibliografia  só pode falar daquilo que tem à mão. É,todavia,manifesto um crescimento significativo das memórias de antigos combatentes portugueses,aliás bastante mais significativo  do que a produção suscitada pela conquista colonial colonial dos séculos XIX e XX...   -"
-- "As guerras de descolonização deixam geralmente uma lembrança amarga o espírito dos europeus que as travam.Os portugueses não fogem, evidentemente, a essa regra e estamos longe do triunfalismo das "belas campanhas coloniais" à Mouzinho de Albuquerque, Alves Roçadas, João de Azevedo Coutinho e outros grandes ou pequenos heróis de há três ou quatro gerações. Não há, nem nunca haverá, heróis nas guerras que vamos visitar. Apenas vítimas de ambos os lados, pese embora aos propagandistas e historiadores nacionalistas. De qualquer forma, na guerra de 1961 - 1974, uma guerra esfarelada e sempre recomeçada, sem batalhas decisivas, sem oficiais triunfantes, sem desafio patriótico, não há quem consiga citar um único nome sonante de entre a monotonia dos milhares de oficiais esgotados no mato ou prudentemente refugiados num qualquer gabinete com ar condicionado.
-- "Antes de entrar no assunto propriamente dito,comecemos por prestar homenagem a um trabalho que está longe de ser perfeito ou inocente -- quem pode almejar a perfeição em historiografia ? -, mas que representa um esforço enorme (mais de 1600 páginas) e é de uma utilidade incontestável. Os cinco volumes de "Angola, Datas e Factos" (1), de Roberto Correia, são obra de um amador, repatriado de Angola e nostálgico da obra portuguesa em África. Optou por um sistema que certos historiadores podem considerar obsoleto, mas que lhes prestará grandes serviços : a elaboração de uma cronologia extremamente detalhada da história angolana de 1482 a 1975,com anotação de todas as datas que conseguiu encontrar na literatura e em periódicos (incluindo as publicações oficiais) quase exclusivamente portugueses. Assim, a guerra colonial e os seus prenúncios ou prolongamentos ocupam algumas dezenas de páginas do vol. 4 e uma centena do vol. 5, tendo este sido completado por vários índices e listas de personagens.É claro que o autor não aprova de forma alguma os responsáveis pela descolonização nem os partidos africanos que arruinaram o seu país. Está no seu direito. Apesar destas opções, a obra é uma autêntica mina de dados em bruto, cronologicamente referenciáveis. Factos insignificantes ou importantes. Eis a razão por que estes cinco volumes deveriam existir em todas as bibliotecas públicas portuguesas dedicadas à expansão ultramarina. O facto é que, tanto quanto se sabe,não existe nenhum estudo "profissional" da guerra em Angola após 1964. Efectivamente, quem tem coragem de ir remexer nas toneladas de papéis amontoados pela burocracia militar para nos fornecer uma lista ponderada e coerente de milhares de pequenas operações enterradas na rotina, na lama e na memória dos seus participantes" ?
 " - Não se pretende aqui fazer juízos sobre o valor literário dos testemunhos suscitados pela guerra portuguesa. Apenas ficará a observação de que esta invadiu géneros pouco representados nos outros países que descolonizaram na violência : a poesia e o teatro.
Limitar-nos-emos, no entanto, às memórias, aos ensaios e à ficção.E aí a colheita é mais do que abundante..."
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" - (1) - Roberto Correia, Angola,Datas e Factos,Coimbra, ed. do autor...1998-2002,5 vols., 1º.vol. (1482-1652),198 páginas; 2º vol. (1652-1837),289 páginas; 3º vol.(1837-1912),,419 páginas; 4º vol. (1912-1961),375 páginas; 5º vol. (1961-1975), 376 páginas, fotografias e gravuras a preto e branco,vários índices."
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---- (Transcrição parcial de pgs. 157 e 158 da obra "Análise Social", vol. XXXVIII (166),2003, 157 - 173, de RENÉ PELISSIER, um ilustre autor de diversas obras (algumas já referenciadas nos nossos trabalhos) e um conceituado "especialista" sobre assuntos da África lusófona, doutorado pela Sorbonne.
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--- (*) -- A Consultar na NET :

www.analisesocial.ics.ul.pt/?no=101000100022
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ou, directamente, em : analisesocial.ics,ul.pt/?no=101000100022 - para consultar uma Lista das principais obras publicadas (por nacionais e estrangeiros) sobre ... "a guerra colonial portuguesa"... durante o período de 1961 a 1974, da autoria de RENÉ PELISSIER (na Revista Análise Social - nº 166,pgs. 157/173) - de 2003) e a sua respectiva apreciação. (Ver também em "PUBLICAÇÕES" no outro meu blogue : http://angola-brasil-portugal.blogspot.com ---


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9) - HISTÓRIA DO PAÍS AFRICANO RELATADA DE FORMA POÉTICA POR ROBERTO CORREIA Topo...


  Os "Lusíadas de Angola". É desta forma que Mário Frota, autor do prefácio de "Do Zaire Poderoso ao Cunene Misterioso", define o último livro de Roberto Correia, que retrata de forma poética a história do país africano. A obra, dividida em oito Cantos e 670 estâncias - é a sequência de uma outra editada pelo autor, intitulada "Do Tejo Grandioso ao Zaire Poderoso", que abrange o período decorrido entre o início dos Descobrimentos Portugueses até meados do Séc. XVIII. Este segundo volume é referente ao período compreendido entre a segunda metade do Séc. XVII e Novembro de 1854, data da descoberta oficial da foz do Rio Cunene, pelo então Governador de Mossamedes, Capitão Fernando da Costa Leal.


Como base de elaboração, foram utilizados os segundo e terceiro volumes da série de cinco livros "Angola - Datas e Factos", também de Roberto Correia.
Durante a apresentação do livro, realizada na Casa Municipal da Cultura, Mário Frota lembrou a vida e a obra notável do escritor de ascendência "afro-luso-brasileira",que nasceu e viveu em vários pontos de Angola(cuja história começou a investigar desde a sua juventude), até ter sido obrigado a deixar o país em 1975, aquando de uma descolonização que António José Saraiva classificaria como "a mais negra página da história de Portugal".

Segundo Mário Frota - também ele nascido em Angola - "Do Zaire Poderoso ao Cunene Misterioso" é "uma obra para escorraçar", que "poderá estar votada ao fracasso mas era necessária". E, referindo-se ao público-alvo do livro de Roberto Correia, não hesitou mesmo em afirmar que "os deserdados (da ex-colónia) são os únicos que se poderão rever no livro".

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---- Em : "Jornal de Coimbra" - de 30/7 a 5/8/2003 ----
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10) - LANÇAMENTO DA OBRA "DO ZAIRE PODEROSO AO CUNENE MISTERIOSO" - (POEMA ÉPICO) - VOL II Topo...

-- Teve lugar no passado dia 12 de Junho, na sala de Conferências da Casa Municipal da Cultura de Coimbra, cuja apresentação foi feita pelo Sr. Dr. Mário Frota, e presidida pelo Vereador da Cultura, Sr. Dr. Mário Nunes.

Durante a referida cerimónia, a Srª. Drª. Rosa Mayongo, da Cooperativa Afro-Luso-Brasileira, leu algumas estâncias do poema então apresentado, e sendo a sequência de uma outra obra intitulada "DO TEJO GRANDIOSO AO ZAIRE PODEROSO" (Vol. I ) -- com uma primeira em 1990 e a segunda em 1994 (esgotadas), tendo então sete Cantos e 698 estâncias, referentes ao período decorrido desde o início dos Descobrimentos Portugueses, até meados do Séc. XVII; este Volume II tem oito cantos e 670 estâncias, respeitante ao período posterior a meados do séc. XVII, até Novembro de 1854, data da descoberta "oficial" da foz do rio Cunene, pelo então Governador de Mossâmedes, Capitão Fernando da Costa Leal, e cuja nascente havia sido localizada cerca de dois séculos antes por Lopo Soares Lasso.

Os dois volumes totalizam 1.368 estâncias, salientando os oradores o facto de "Os Lusíadas" terem 1.102 estâncias.

........... -- De : "O LOBITO" - Agosto 2003 -- .........
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11) - DO ZAIRE PODEROSO AO CUNENE MISTERIOSO Topo...

Uma abordagem original da história de Angola é o que oferece a obra "Do Zaire Poderoso ao Cunene Misterioso", que foca o período histórico de 1482 a 1854.
A originalidade ressalta pelas mais de trezentas páginas que através de um poema épico, constituído por oito cantos e 670 estâncias aborda questões importantes da construção de um país. Este volume é o segundo de uma iniciativa de Roberto Correia, e que promete ser a ponte para próximos, até que toda a história de Angola, até à actualidade, seja tratada epicamente. Neste livro, encontram-se, ainda, anotações várias, distribuídas por ordem cronológica, para um melhor entendimento da história angolana e dos seus principais intervenientes, índices onomásticos quer de individualidades,quer de zonas, assim como 47 gravuras ilustrativas dos locais e personagens referidas.

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---- De : "África Lusófona" -- Outubro de 2003 ----
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 12) - "DO ZAIRE PODEROSO AO CUNENE MISTERIOSO" Topo...

"Do Zaire Poderoso ao Cunene Misterioso" é o segundo volume e surge na sequência da obra intitulada "Do Tejo Grandioso ao Zaire Poderoso", cuja primeira edição foi publicada em 1990. Este segundo volume é um poema épico com oito cantos e 670 estâncias, que conta episódios históricos que vão do período posterior a meados do século XVII até Novembro de 1854, que é a data oficial da descoberta da foz do rio Cunene, feita pelo então governador de Moçâmedes, capitão Fernando da Costa Leal, depois de ter sido descoberta a sua nascente em Candumbo (Boas-Águas, Huambo), dois séculos antes.Nos dois volumes, o autor conta, em 15 cantos, a História de Angola de 1482 a 1854, período que encerra um ciclo, já que a sua foz era um enigma difícil de decifrar. Roberto Correia relembra assim a história de um país colonizado por outro que teve o direito de colonizar, de acordo com o direito internacional, mas que "não cumpriu o dever de descolonizar".

-- De :"OLÁ GENTE" --(ARTES)-"DIÁRIO AS BEIRAS" - de 16/01/04 --
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